Reforma tributária no comércio: como se preparar para o período de transição
A Reforma Tributária aprovada pela Emenda Constitucional 132/2023 não troca o sistema tributário de uma hora para outra. Foi desenhada como uma transição longa, com uma fase inicial de testes, alíquotas simbólicas no começo e substituição gradual dos tributos atuais até a extinção completa do modelo antigo, prevista para o fim da década.
Para quem toca um comércio pequeno ou médio, essa transição longa é, ao mesmo tempo, um alívio e um risco. Um alívio porque não existe uma mudança abrupta que pega ninguém de surpresa da noite para o dia. Um risco porque, por durar anos, é fácil relaxar e deixar para se preparar depois — até o dia em que 'depois' vira urgente.
Algumas atitudes práticas ajudam a atravessar esse período com tranquilidade. A primeira é manter contato próximo com o seu contador, especialmente nos momentos em que o cronograma da reforma avança — são nesses pontos que regras específicas do seu ramo de atividade costumam ficar mais claras.
A segunda é garantir que o sistema usado para vender e emitir notas fiscais recebe atualizações da legislação de forma automática. Sistemas desatualizados são o principal motivo de erro de conformidade fiscal durante transições como essa — não por má-fé, mas porque a regra simplesmente mudou e o sistema não acompanhou.
A terceira é acompanhar o impacto no fluxo de caixa. Mudanças na forma de calcular tributo podem alterar, ainda que discretamente, a margem de determinados produtos — vale rever preços e custos periodicamente durante a transição, em vez de só no fim do processo.
Na GE Sistemas, o compromisso é simples: as atualizações de legislação fiscal, incluindo as mudanças da Reforma Tributária, chegam automaticamente para quem usa o sistema, sem custo adicional e sem que o lojista precise correr atrás disso sozinho.
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