Como funciona a emissão de NFC-e e NF-e direto do PDV
Para quem vende no balcão, a nota fiscal deveria ser a parte mais simples da venda — não a mais lenta. Mas em muitos comércios ainda é assim: o sistema de vendas é um, a emissão de nota é outro, e o operador perde tempo (e paciência) fazendo a ponte entre os dois.
Na prática, a emissão de NFC-e (venda ao consumidor final) ou NF-e (venda para outra empresa) segue sempre o mesmo caminho: o sistema monta o documento fiscal com os dados da venda, assina digitalmente, envia para a SEFAZ do estado, aguarda a autorização e só então libera o cupom ou o DANFE para impressão ou envio ao cliente. Esse processo inteiro acontece em segundos — quando o sistema de PDV e o de emissão são a mesma coisa.
É aí que mora a diferença. Quando a frente de caixa já nasce integrada à emissão fiscal, o operador só vê uma tela e um botão: 'Finalizar venda'. Por trás, o sistema já validou os dados, já transmitiu a nota e já está pronto para a próxima venda.
E quando a SEFAZ fica fora do ar? Isso acontece, principalmente em períodos de pico. Um sistema bem construído entra em contingência automaticamente — a venda continua normalmente, e a nota é transmitida assim que o serviço volta, sem que o cliente perceba qualquer diferença no atendimento.
Na GE Sistemas, a emissão de NFC-e e NF-e faz parte da própria frente de caixa, com contingência automática e envio do XML e DANFE por e-mail para quem precisar. Quer ver funcionando na prática? Você pode testar grátis.
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